terça-feira, 12 de novembro de 2019

Eu lembrei que aqui existe e...

... comecei a escrever enquanto esperava minha vez de tomar banho. Daí parei. Depois voltei, alguns meses depois pra terminar esse post.

Ir a praia é uma coisa esquisita né? Eu lembro uma crônica que li há um tempo atrás, que falava porque raios a gente ia na praia. Tudo começa com chegar na praia, e ter que achar um lugar pra espetar a sombrinha. Até nessa hora, pelo menos com a gente, deu briga, porque uns queriam ficar mais na frente, perto do mar (a areia tá muito quente), e outros mais longe do mar (o mar sobe rápido!).
Daí vem a parte de se lambrecar de protetor solar. Eu mesma não economizo. Saio um urso panda de creme mas não corro o perigo de ficar ardendo. E ainda fico julgando silenciosamente quem fica queimando no sol (sua pele tá te odiando nesse momento).
Depois de instalados, vem a parte de entrar no mar pra se sentir um pepino em conserva (isso quando o mar não está agitado igual hoje, que dava capote nas pessoas) Aproveitar e pedir pra Iemanjá lavar as más energias junto com a água salgada. Daí sair do mar, fominha bate, e chega a hora de comer comida de procedência duvidosa sem medo do dia de amanhã, afinal, Carpe Diem.
Presenciar sensações térmicas mistas que variam de "quente para um caralho" e "puta que pariu que água gelada". Treino de choque térmico de resistência, óbvio.

E por fim, enjoar de ficar na praia quando na verdade você está é com vontade de ir no banheiro fazer um número dois. Não ter onde limpar os pés à milanesa porque a ducha da praia está quebrada. Chegar no prédio e ver seu vizinho te julgando silenciosamente, porque seu cabelo parece que vai criar vida e atacá-lo (você não tem vontade suficiente de controlá-lo, sem tempo pra isso irmão).

E segue todo domingo (que meu pai tá aqui, porque minha mãe não vai pra praia sozinha)

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